Close Menu
Portal Bahia Notícia
    o Facebook X (Twitter) Instagram
    Ultimas Noticias:
    • Ceará ganha roteiro turístico da fé por lei federal
    • Petrobras muda cálculo do preço do gás natural
    • Governo federal lança Plano Safra 2026/2027 de R$ 525,1 bilhões
    • Ato no Rio abre mobilização para pressionar Senado pelo fim da 6×1
    • Homem se oferece para depor como testemunha de homicídio e acaba preso no Sertão Produtivo
    • Bom Jesus da Lapa sedia 49ª romaria entre sexta e domingo
    • Homem é morto a tiros dentro de bar na região de Feira de Santana
    • STF mantém decisão que negou recurso sobre cobrança de taxas associativas em loteamento fechado em Trancoso, na Bahia
    o Facebook X (Twitter) Instagram
    Portal Bahia NotíciaPortal Bahia Notícia
    • Home
    • Brasil
    • Mundo
    • Esportes
    • Policia
    • Cidades
    • Politica
    • Economia
    • Saude
    • + Ver Mais
      • Educação
      • Musica
      • Tecnologia
    Portal Bahia Notícia
    Home»Brasil»Estratégias de consumo aumentam volume de endividamento
    Brasil

    Estratégias de consumo aumentam volume de endividamento

    Gilberto Costa - Reporter da Agencia BrasilFonte: Gilberto Costa - Reporter da Agencia Brasil13 de maio de 2026Nenhum comentário
    o Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Whatsapp Reddit Tumblr E-mail
    estrategias-de-consumo-aumentam-volume-de-endividamento
    Estratégias de consumo aumentam volume de endividamento
    Compartilhe:
    o Facebook Twitter LinkedIn Pinterest E-mail

    Cursos Online com Certificado - Cursos 24 Horas
    Cursos com Certificado Entregue em Casa – Cursos 24 Horas

    Em uma compra habitual no supermercado, posto de gasolina ou na farmácia, o atendente oferece ao consumidor a possibilidade de parcelar a despesa em até três vezes sem juros. O comprador avalia como vantajosa a oferta e concorda em deixar a prazo aquilo que costumava a pagar de uma vez – à vista ou no cartão de crédito.

    A cena acima é cada vez mais comum, como observa a socióloga Adriana Marcolino, diretora técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “Estamos vendo muitas pessoas utilizando o crediário para pagar contas do orçamento mensal.”

    O risco de usar o crédito para despesas ordinárias é desorganizar as contas e fazer do crédito um complemento à renda, quando deveria ser um recurso para produtos de vida longa e grande utilidade.

    “O crédito é importante porque financia bens de consumo duráveis e bens de maior valor”, pondera Adriana Marcolino que tem por ofício defender políticas públicas e iniciativas financeiras que resultem em maior poder de compra do trabalhador.

    Ansiedade de consumo

    A oferta fácil de crédito pode agravar a “ansiedade de consumo”, alerta a economista Katherine Hennings, pesquisadora associada da Fundação Getulio Vargas (FGV) e analista da BRCG Consultoria. “Nós temos um comportamento que é de tentar antecipar ao máximo o que a gente consegue consumir”, diagnostica.

    Segundo ela, o modo de agir não é restrito a determinada faixa de renda nem está ligado ao consumo de produtos indispensáveis. A decisão de comprar acaba por responder aos “estímulos” da propaganda, seja nos anúncios dos meios tradicionais ou nas recomendações dos influencers na internet.

    “Há diversos apelos à compra, e as pessoas têm acesso ao crédito, o que viabiliza anteciparem o consumo”, descreve a economista. Diante da TV ou da tela do computador sobra oferta, mas falta explicação sobre os efeitos da ansiedade de comprar. “Essa parte, menos glamourosa, de fazer as contas não está sendo feita.”

    Parcelas cabem no orçamento?

    A consequência de não fazer as contas é se comprometer com mais do que pode e ter que utilizar formas de financiamento com os juros mais altos do mercado, como o cheque especial, o parcelamento direto na operadora de cartão de crédito ou o rotativo do cartão – quando o cliente paga apenas parte da fatura.

    De acordo com o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, o consumidor precisa levar em consideração os custos de assumir essas dívidas antes da decisão de comprar. Precisa verificar quanto vai pagar de juros ao comprar parcelado.

    “O brasileiro sabe pesquisar o preço de um produto no comércio. Consegue comparar o preço de um item de vestuário, de um eletrodoméstico, ou de um produtor eletroeletrônico. Mas, na hora de tomar o financiamento, tem o hábito de simplesmente verificar se é possível acomodar a prestação dentro do orçamento.”

    Crédito não é renda

    Outro erro do consumidor brasileiro é raciocinar que o limite do cheque especial ou do cartão de crédito se soma a sua renda, acrescenta a economista Isabela Tavares, responsável pelo acompanhamento de crédito e endividamento da Consultoria Tendências.

    “Precisamos entender que o limite do cartão de crédito não é uma renda extra. Temos que conseguir pagar o cartão de crédito com o salário que recebemos no final do mês. Quem ganha R$ 5 mil e tem um limite também de R$ 5 mil não tem renda de R$ 10 mil”, lembra a economista.

    Educação financeira

    Isabela Tavares, assim como Fabio Bentes e Katherine Hennings, acha necessário que haja mais educação financeira da população para decidir sobre o que, quando e como gastar.

    Esse é o trabalho do planejador financeiro Carlos Castro, que criou uma plataforma na internet para fazer educação financeira (SuperRico) e atua em uma associação (Planejar) que forma profissionais para fazer o trabalho de orientação pessoalmente.

    Castro elaborou uma cartilha e criou uma calculadora para ajudar as pessoas decidirem como aderir ao Desenrola 2, e se devem usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para fazer o refinanciamento proposto no programa do governo federal (veja serviço abaixo).

    Para ele, o programa é de emergência, “uma medida de curto prazo”, mas a solução do problema é mais estrutural: “Evitar que o brasileiro volte a se endividar, e continue no mesmo nível de endividamento que temos hoje.”

    Inadimplência de 81,7 milhões

    De acordo com o Banco Central, a inadimplência das famílias em março no Sistema Financeiro Nacional chegava a R$ 238,5 bilhões – 5,3% do crédito total cedido a elas (R$ 4,5 trilhões). O dado não contempla todos os credores como o comércio e prestadores de serviço.

    Na proporção, o percentual do volume do pagamento de empréstimos em atraso pode parecer pequeno. Mas, quando são considerados indicadores sobre a quantidade de pessoas com dívidas não quitadas, os números se tornam mais superlativos.

    Conforme a Serasa Experian, 81,7 milhões de pessoas estão inadimplentes. Segundo a empresa, a maior parte da dívida em atraso (47,1%) é para bancos e financeiras. De cada 100 devedores, 78 recebem até dois salários mínimos como faixa de renda.

    As pessoas com salários mais baixos estão mais vulneráveis a tomar empréstimos ou a fazer dívidas mais caras.

    “São pessoas que têm notas de crédito de score mais baixo. Não conseguem, por exemplo, crédito consignado [de juros menores porque é descontado em folha] pois não têm um emprego formal. Assim acabam recorrendo a empréstimos não consignados, cheque especial, ou o rotativo do cartão”, explica Isabel Tavares, da Consultoria Tendências.

    Para Adriana Marcolino, diretora técnica do Dieese, o efeito dessas opções de crédito é “drenar uma parte da renda do trabalho para o sistema financeiro. Quanto maiores os juros, maior a parte que vai ficar para o banco.”

    Serviço:

    Acesse aqui cartilha e a calculadora para consulta sobre o Desenrola 2

    Compartilhe: o Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegrama E-mail
    Gilberto Costa - Reporter da Agencia Brasil

    Noticias Relacionadas

    Venezuela: mapa da Nasa estima 59 mil prédios danificados em terremoto

    30 de junho de 2026

    Frente fria oscila sobre SC e traz risco de temporais e enxurradas

    30 de junho de 2026

    Fux vai presidir Segunda Turma do STF a partir de agosto

    30 de junho de 2026

    Comentários estão fechados.

    • Anuncie em nosso portal
    • WhatsApp : (71) 98349-4147
    • Celular : (71) 98349-4147

    Quem Somos

    O Portal Bahia Notícia é um veículo de comunicação digital comprometido com a informação de qualidade, levando aos seus leitores notícias atualizadas, relevantes e de interesse público. Atuamos com responsabilidade, transparência e agilidade na divulgação dos principais acontecimentos da Bahia, do Brasil e do mundo.

    Email :  contato@portalbahianoticia.com.br
    WhatsApp: (71) 98349-4147

    Facebook X-twitter Youtube Instagram Tiktok

    As Mais Vistas

    Jaques Wagner anuncia saída da liderança do governo no Senado

    24 de junho de 2026

    Após gol anulado, Irã fica na expectativa por classificação na Copa

    27 de junho de 2026

    ACM Neto define chapa e lança pré-candidatura ao governo em Feira de Santana

    31 de março de 2026

    Mais Populares

    Bola rolando! Acompanhe em tempo real RB Bragantino x Vitória pelo Brasileirão 2026

    17 de maio de 2026

    Andreas Pereira sofre trauma na região lombar e vira dúvida do Palmeiras contra Jacuipense

    11 de maio de 2026

    Festival de Garanhuns: lei reconhece manifestação cultural nacional

    6 de abril de 2026

    © 2026 Portal Bahia Notícia. Todos os direitos reservados.

    • Home
    • Quem Somos
    • Contato
    • Home
    • Quem Somos
    • Contato

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.