O cinema argentino vive uma das maiores crises de sua história. Com o esvaziamento do investimento público, a indústria audiovisual foi drasticamente reduzida, afetando, principalmente, o “cinema de autor”, que inclui filmes autorais, críticos, além de documentários e empurrada para as plataformas comerciais. A análise é do presidente da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas da Argentina, Hernán Findling, que conversou com a Agência Brasil, na cerimônia de entrega dos Prêmios Platino, em Cancún, no México, na última semana. Na premiação, o filme brasileiro O Agente Secreto recebeu os principais troféus. Wagner Moura em cena do filme O agente secreto – Foto Prêmios…
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