Close Menu
Portal Bahia Notícia
    o Facebook X (Twitter) Instagram
    Ultimas Noticias:
    • Festival de Artes Cênicas Preta do Maranhão tem inscrições abertas
    • Governo anuncia crédito de R$ 97,3 bi para agricultores familiares
    • Três pessoas ficam feridas e 400 kg de fogos de artifício e pólvora são apreendidos em Paulo Afonso
    • Amanda Kimberlly fala sobre a ausência de Helena, filha de Neymar, em meio a polêmicas na Copa do Mundo de 2026
    • México x Equador tem início adiado por protocolo de tempestades
    • Bahia faz última proposta para contratar Gabriel Pec; confira
    • Mbappé supera Ronaldo e Leônidas e vira o maior artilheiro dos mata-matas da Copa do Mundo
    • Melhor arma que um país pode ter é alimento, diz Lula
    o Facebook X (Twitter) Instagram
    Portal Bahia NotíciaPortal Bahia Notícia
    • Home
    • Brasil
    • Mundo
    • Esportes
    • Policia
    • Cidades
    • Politica
    • Economia
    • Saude
    • + Ver Mais
      • Educação
      • Musica
      • Tecnologia
    Portal Bahia Notícia
    Home»Economia»Brasil sentiu menos o aumento do petróleo que outros países, diz Ineep
    Economia

    Brasil sentiu menos o aumento do petróleo que outros países, diz Ineep

    Agencia BrasilFonte: Agencia Brasil22 de junho de 2026Nenhum comentário
    o Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Whatsapp Reddit Tumblr E-mail
    brasil-sentiu-menos-o-aumento-do-petroleo-que-outros-paises,-diz-ineep
    Brasil sentiu menos o aumento do petróleo que outros países, diz Ineep
    Compartilhe:
    o Facebook Twitter LinkedIn Pinterest E-mail

    Cursos Online com Certificado - Cursos 24 Horas
    Cursos com Certificado Entregue em Casa – Cursos 24 Horas

    Os preços da gasolina e do diesel subiram menos no Brasil do que a média internacional, após o conflito contra o Irã provocado pelos Estados Unidos e por Israel. O levantamento comparativo foi elaborado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Zé Eduardo Dutra (Ineep) – um centro de estudos vinculado à Federação Única dos Petroleiros (FUP), que é filiada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

    Entre 23 de fevereiro e 8 de junho, o percentual mundial médio de aumento foi de 17,5% para a gasolina e de 23,3% para o diesel, enquanto, no Brasil, as altas foram de 4,9% e 13,6%, respectivamente.

    No período, a pressão por aumento de preços de combustíveis no Brasil foi significativamente inferior à constadada nos Estados Unidos e na Argentina, por exemplo.

    Nos EUA, principal economia mundial e maior consumidora de derivados de petróleo, a gasolina subiu 36,1%, e o diesel, 36,8%. Na Argentina, maior parceiro econômico do Brasil na América do Sul, os aumentos foram, respectivamente, de 21,1% e 23,7%.

    De acordo com o Ineep, a política de preços e subsídios do governo federal favoreceu a estabilização do preço dos combustíveis no Brasil.

    “As medidas emergenciais adotadas para conter os efeitos do choque do petróleo sobre os preços dos combustíveis foram muito importantes”, avalia nota à imprensa divulgada nesta quinta (18) na nova edição do Boletim de Preços dos Combustíveis, publicado pelo instituto.

    Vulnerabilidades do setor

    O Ineep considera, no entanto, que as medidas são “insuficientes para enfrentar vulnerabilidades estruturais do setor.”

    Para o centro de estudo, “a redução da exposição do mercado doméstico à volatilidade internacional depende de uma estratégia de longo prazo baseada no fortalecimento da Petrobras, na expansão da capacidade de refino e na recomposição de sua presença nos elos estratégicos da cadeia de abastecimento, especialmente na distribuição.”

    O intervalo de tempo em que o Ineep observa a variação dos preços dos combustíveis inclui o início das operações aéreas contra o Irã e a morte de Ali Khamenei, líder religioso supremo do país. Cobre também os meses de paralisação da rota marítima no Estreito de Ormuz e o início das negociações diplomáticas entre o Irã e os Estados Unidos para término do conflito.

    No período, o Ineep ainda verifica que o álcool (etanol hidratado) “apresentou queda expressiva, de 7,3%, refletindo o início da safra 2026/2027 e aumento da oferta, em intensidade ainda maior do que a observada em anos anteriores.”

    Compartilhe: o Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegrama E-mail
    Agencia Brasil

    Noticias Relacionadas

    Governo anuncia crédito de R$ 97,3 bi para agricultores familiares

    1 de julho de 2026

    Stablecoins concentram 80% de ativos cripto declarados à Receita

    30 de junho de 2026

    BC lança duplicata escritural para facilitar crédito a empresas

    30 de junho de 2026

    Comentários estão fechados.

    • Anuncie em nosso portal
    • WhatsApp : (71) 98349-4147
    • Celular : (71) 98349-4147

    Quem Somos

    O Portal Bahia Notícia é um veículo de comunicação digital comprometido com a informação de qualidade, levando aos seus leitores notícias atualizadas, relevantes e de interesse público. Atuamos com responsabilidade, transparência e agilidade na divulgação dos principais acontecimentos da Bahia, do Brasil e do mundo.

    Email :  contato@portalbahianoticia.com.br
    WhatsApp: (71) 98349-4147

    Facebook X-twitter Youtube Instagram Tiktok

    As Mais Vistas

    Adolescente de 17 anos é morto a tiros em frente a pizzaria em Jequié

    7 de maio de 2026

    Dupla sertaneja tem cachê mais alto do São João da Bahia em 2026; saiba qual

    2 de junho de 2026

    Rapper Oruam, a mãe e o irmão são procurados em operação contra o CV

    29 de abril de 2026

    Mais Populares

    Déficit em contas externas foi R$ 3,2 bilhões no mês de maio, diz BC

    26 de junho de 2026

    Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS

    9 de maio de 2026

    INSS: termina neste sábado prazo para contestar descontos indevidos

    22 de junho de 2026

    © 2026 Portal Bahia Notícia. Todos os direitos reservados.

    • Home
    • Quem Somos
    • Contato
    • Home
    • Quem Somos
    • Contato

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.